arquivo da ‘cotidiano’ categoria.
espaços: publicação do iab (1981)
Mudei-me recentemente e, no meio dos guardados, estava o “espaços” número 0, o jornalzinho informativo do IAB lançado em 1981.
Quem tiver curiosidade, está no endereço: http://gallery.me.com/joytill/100011.
Aproveitei para fazer um teste com o iPhone 3gs, que vem me deslumbrando em todas as suas possibilidades, com exceção da camera. Tive uma bela surpresa: ao contrário do que venho observando nas fotos das andanças gráficas pela cidade, nestas macros – com uma boa iluminação – o danado teve um comportamento bem honesto.
Na rua, talvez porque estejamos nestes dias de sol enlouquecedor, ele parece só entender dois tons: sombra e luz, sem gradações. Como uma imagem p&b em comparação a uma com 256 tons de cinza, terrível!
Só falta resolver a camera pra ser perfeito…
feliz natal e um maravilhoso 2010!
Queridos amigos,
desejo a todos um 2010 de paz, muita paz!
Amor, saúde, alegria, um mundo mais humano, mais solidário, mais justo e, consequentemente feliz!!!
sobre rodas, da calçada para a rua
Hoje fui de bicicleta do Leblon para a rua Visconde da Graça, no Jardim Botânico.
Ainda no Leblon, errei o lado da Gilberto Cardoso, para fazer um caminho mais agradável em direção à Lagoa. Isto gerou um suplício para cruzar a rua, no encontro com a Afrânio de Mello Franco. A outra opção, mais sensata, seria voltar pela Afrânio um belo pedaço para atravessar certinho no sinal.
Tudo bem, tinha sido uma opção minha: não quis ir pela ciclovia, acho árido e perigoso o trecho que vai pelo outro lado do Flamengo, beirando a Lagoa-Barra (Mario Ribeiro). Mas, peraí, os cadeirantes e bebês tem todo o direito de conseguir descer da calçada, inclusive para entrar nos carros que ficam ali estacionados. Não são meio-fios, são degraus altérrimos!
Percurso que poderia ser simples, vira um desafio. Depois que, finalmente a Lagoa é atingida, vai tudo bem.
Para chegar no JB, colado à Lagoa – aquela área de lazer sensacional que recebe bebês, ciclistas, cadeirantes - haja dificuldade pra atravessar duas quadras! Dá sempre a sensação que você está no lugar errado. A área em torno do CAP e do Tablado, então, nao ha como subir e descer das calcadas…
Onde não encontra, o povo tenta “soluções”… Imagens no flickr
que você esteja bem, d. fanoca!

despedida da minha querida Fanoca
balada sumos

o letreiro com pintura artesanal nas frutas se vai. qual será o material do próximo?

mix, balada mix?? ai, ai, será que o guardador sobreviverá?
Balada sumos vai, Balada mix vem. Mesmos donos, perguntei porque da mudança de algo tão tradicional:
- Uma repaginada. Umas mesinhas…
- Porque a mudança do nome?
- A idéia agora é fazer também refeições na hora do almoço, pedir uma licença pra mesas na calçada…
- Agora todo mundo tem, né? Mas continua a mesma coisa?
- Não mudaram os donos…
Afinal, qual a lanchonete, boteco e assemelhados que não se sente desatualizada sem invadir a calçada? Comer no balcão, nada disso. Agora a moda é sentar no meio da rua. Ainda bem que a Ataulfo de Paiva tem uma boa largura. E o movimento de pedestres parece caber no que vai sobrando de chão. Até qual próxima permissão de uso para comércio?
nem sempre vale o que está escrito…

ipanema, rj
leblon

ando muito triste com a perda de identidade do leblon.
este vendedor me deu uma animada, ainda há algo de característico do bairro…

















